Sobre a balança comercial brasileira em 2025 (superávit de US$ 68 bi):
EXPORTAÇÕES:
Principais parceiros:
- China: US$ 100 bi (+6% em relação ao ano anterior)
- União Europeia: US$ 50 bi (+3%)
- Estados Unidos: US$ 387 bi (-6%)
- Argentina: US$ 18 bi (+31%)
Principais setores:
- Indústria de Transformação: US$ 188 bi (+4%)
- Indústria Extrativa: US$ 80 bi (-0,7%)
- Agropecuária: US$ 77 bi (+7%)
Principais produtos:
- Petróleo bruto: US$ 44 bi
- Soja: US$ 43 bi
- Minério de Ferro: US$ 29 bi
- Carne Bovina: US$ 16 bi
IMPORTAÇÕES:
Principais parceiros:
- China: US$ 70 bi (+11%)
- EU: US$ 50 bi (+6%)
- EUA: US$ 45 bi (+11%)
- Argentina: US$ 12 bi (-4%)
Principais setores:
- Indústria de Transformação: US$ 259 bi (+8,6%)
- Indústria Extrativa: US$ 12 bi (-12%)
- Agropecuária: US$ 6 bi (+6%)
Principais produtos:
- Óleo de petróleo refinado: US$ 15 bi
- Adubos e fertilizantes: US$ 15 bi
- Motores e máquinas não elétricos: US$ 10 bi
- Medicamentos e produtos farmacêuticos: US$ 8 bi
- Partes e acessórios de veículos: US$ 8bi
Como de costume, chama a atenção a nossa grande dependência da economia chinesa. É fundamental que a economia chinesa esteja pujante para que tenhamos uma balança comercial superavitária. A balança superavitária em US$ 30 bi com a China, principalmente por meio do aumento do volume exportado, e o aumento das exportações para a Argentina salvaram a balança comercial em 2025. Contudo, a expectativa, em 2026, é de uma economia chinesa crescendo menos.
Ficaremos sempre na expectativa de um boom de China e um boom de commodities? Como todas essas informações impactam nos portfólios de investimentos? Levando em conta esses movimentos de mercado, como montar um portfólio de investimentos que seja “antifrágil”?
No fim, a questão não é prever o próximo ciclo, mas estruturar um portfólio preparado para diferentes cenários.
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Florianópolis, 10 de março de 2026.
Por Maurício Cardoso, CFP®
